domingo, 3 de junho de 2012
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Conversando com o cérebro...
- Olha, vou te dar uma dica, Posso?
- Uhum
- Quando alguém faz uma merda, seja lá de qual tipo, depois de perceber que causou dor em alguém querido, como você, vai tentar fazê-la entender que não teve escolhas, mesmo quando nós sabemos que sempre temos escolhas, e que muita das vezes são difíceis de tomar.
O que quero dizer, é que ele vai tentar fazer com que você veja que é exagerada e apenas não compreende o egoísmo dele, que é a hora dele ser feliz!
- Então tenho que aceitar esse egoísmo...
- Não, não, minha querida, pelo contrario, quem não pensa em você nem na hora de dar uma explicação, não merece, nem tão pouco, sua atenção...
A vontade
A vontade esteve por aqui...
Vontade de ver
De sentir
De abraçar
De beijar
De simplesmente estar junto...
Depois das magoas
Feridas
Choros
E "por que's" infinitos...
A vontade não esta mais aqui...
Não há vontade de beijar
Nem de abraçar
Nem de conversar
Nem de conhecer alguem alguem novo
Nem de ficar uma noite
Nem de fazer nada em casa
Nem de sair de casa...
Me tranco
Me escondo
Me refugio
So há o meu canto
Depressão
Solidão
Decepção
Esses são os ÃO's que moram em mim...
E eu so queria não morar em mim...
Vontade de ver
De sentir
De abraçar
De beijar
De simplesmente estar junto...
Depois das magoas
Feridas
Choros
E "por que's" infinitos...
A vontade não esta mais aqui...
Não há vontade de beijar
Nem de abraçar
Nem de conversar
Nem de conhecer alguem alguem novo
Nem de ficar uma noite
Nem de fazer nada em casa
Nem de sair de casa...
Me tranco
Me escondo
Me refugio
So há o meu canto
Depressão
Solidão
Decepção
Esses são os ÃO's que moram em mim...
E eu so queria não morar em mim...
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Bagunça
Vontade do nada.
Vontade de não fazer nada.
Coisas jogadas
Bagunça caos
Não acho o livro
Não a libido
Não acho o equilíbrio
Transito...
Transito no nada que persiste
Que me invade
me entrega
me joga
direto nos braços da sólida
Solidão...
Sentimentos aparecem
Desaparecem
Embrutece
Tudo, ou o nada, que restou em mim
O meu não existe
na verdade, nunca existiu.
Não em mim, não nos outros
Não sei como agir
São horas e horas deitada em um canto
Enquanto tudo e o nada acontecem
Enquanto isso, ninguém se importa...
Nem mesmo quem me deu o tudo e o nada
É ingrato o destino
Enquanto aquele menino
Se diverte no tudo
de outra de outros
Não sentirá falta
Do tudo que dei
E nem do Nada que me deu
Só há uma Saudade...
Enquanto estiver aqui
Nunca estará por la
Saudades de um tudo que não vivi
para ele viver com outra
outra...
sempre outra fica no meu lugar
Não ha espaço para mim
Não ha carinho para mim
Não ha verdade para mim
Só me devolvem mentiras
Enquanto distribuo verdades...
Verdades...
para que ninguém as quer
Não, como eu quero
Não como eu peço
O silencio das mentiras atormenta
Decepciona
desaba...
desaba meu mundo
meu universo
Meu universo paralelo
Aquele que eu estava quando te via em mim.
Agora tudo se foi
Tudo desabou
Tudo quebrou
Tudo mudou com a mentira
Mentira...
Mentira...
É tudo uma mentira!
É nada uma mentira!
Mas esse vazio ela conhece muito bem...
Clarisse
(Legião Urbana)
Estou cansado de ser vilipendiado, incompreendido e descartado
Quem diz que me entende nunca quis saber
Aquele menino foi internado numa clínica
Dizem que por falta de atenção dos amigos, das lembranças
Dos sonhos que se configuram tristes e inertes
Como uma ampulheta imóvel, não se mexe, não se move, não trabalha.
E Clarisse está trancada no banheiro
E faz marcas no seu corpo com seu pequeno canivete
Deitada no canto, seus tornozelos sangram
E a dor é menor do que parece
Quando ela se corta ela se esquece
Que é impossível ter da vida calma e força
Viver em dor, o que ninguém entende
Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.
Uma de suas amigas já se foi
Quando mais uma ocorrência policial
Ninguém entende, não me olhe assim
Com este semblante de bom-samaritano
Cumprindo o seu dever, como se eu fosse doente
Como se toda essa dor fosse diferente, ou inexistente
Nada existe pra mim, não tente
Você não sabe e não entende
E quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeito
Clarisse sabe que a loucura está presente
E sente a essência estranha do que é a morte
Mas esse vazio ela conhece muito bem
De quando em quando é um novo tratamento
Mas o mundo continua sempre o mesmo
O medo de voltar pra casa à noite
Os homens que se esfregam nojentos
No caminho de ida e volta da escola
A falta de esperança e o tormento
De saber que nada é justo e pouco é certo
E que estamos destruindo o futuro
E que a maldade anda sempre aqui por perto
A violência e a injustiça que existe
Contra todas as meninas e mulheres
Um mundo onde a verdade é o avesso
E a alegria já não tem mais endereço
Clarisse está trancada no seu quarto
Com seus discos e seus livros, seu cansaço
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
E esperam que eu cante como antes
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
Mas um dia eu consigo existir e vou voar pelo caminho mais bonito
Clarisse só tem 14 anos...
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
"Andei amando loucamente, como há muito tempo não acontecia. De repente a coisa começou a desacontecer. Bebi, chorei, ouvi Maria Bethânia, fumei demais, tive insônia e excesso de sono, falta de apetite e apetite em excesso, vaguei pelas madrugadas, escrevi poemas (juro). Agora está passando: um band-aid no coração, um sorriso nos lábios – e tudo bem. Ou: que se há de fazer."
Caio Fernando de Abreu
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Querido Chapeleiro
Você não pode imaginar o quanto tenho esperado pelo dia da sua chegada!
Ando com insonia, tristeza, apática....
A sua chega irá me auxiliar muito.
Espero que com a doçura do seu cha, eu possa por em ordem grandes questão em minha pequena cabeça.
Quem sabe, o cha pode, pelo menos, aumentar o seu tamanho, caso não consiga solucionar os questionamentos que mais tem pressionado para os fins tragicos da vida....
Aguardo-te.
Ando com insonia, tristeza, apática....
A sua chega irá me auxiliar muito.
Espero que com a doçura do seu cha, eu possa por em ordem grandes questão em minha pequena cabeça.
Quem sabe, o cha pode, pelo menos, aumentar o seu tamanho, caso não consiga solucionar os questionamentos que mais tem pressionado para os fins tragicos da vida....
Aguardo-te.
Cabeça de papel
Uma hora de pepal higienico cheio de merda
Depois de papel jornal com informações recicladas que não sei o que fazer
Preferia ser um papel de carta, do tipo fofo, com dizeres sobre algo que faça valer essa vida de merda
que cada dia afunda nas informações que não valem nada... nada
Cabeça de papel
Uma hora de pepal higienico cheio de merda
Depois de papel jornal com informações recicladas que não sei o que fazer
Preferia ser um papel de carta, do tipo fofo, com dizeres sobre algo que faça valer essa vida de merda
que cada dia afunda nas informações que não valem nada... nada
domingo, 27 de novembro de 2011
Pedi pra mãe – me interna, to infeliz pra caralho.
"Tequila, café e cigarros exatamente nessa ordem me preenchiam. Aquela velha história do amigo engarrafado me era completamente aplicável, não havia companhia melhor. Porque eu não desejava conversar, pessoas se preocupam demasiadamente e eu não precisava de especulações, conversas enfadonhas e repetir tudo o que estava acontecendo comigo. Não. Eu não quero falar sobre isso. Isso o quê? Se eu tivesse noção do que era. Acontece que esses dias estão tortuosos e eu não desejo levantar-me daqui, a poltrona já adquiriu o formato do meu quadril e a TV me dá o entretenimento necessário para continuar trancafiada aqui. Sossego é o que eu quero. Desde que ele fora embora eu ouço versos que me falam sobre amores arruinados, o coração já não bate, esquecera completamente o tal do Tum-tum-tum. Será que o coração bate assim? Há algum tempo que não sei como ele reage, porque os dias estão vazios. Sabe toda aquela ideologia de que é possível viver sozinho? Pois é. Acreditava nisso piamente porque ele estava ao meu lado, agora que se foi tudo é cinza. E eu chorei um oceano inteiro essa noite. Eu precisava esvaziar. Porra eu preciso ser internada" Caio F.
Doe-me, doi-me
Aceito doação de serotonina, pode ser por fontes ilícitas...
não me importo...
nada importa...
não me importo...
nada importa...
Infeliz infelicidade...
"Ah. Menina, o que foi que foi que aconteceu com você? O que foi que fizeram com você? Eu não sei, eu não entendo. Roubaram a minha alegria, Tiamelinha quando foi pra clínica só dizia isso: roubaram a minha alegria, é tudo uma farsa, aquele olho desmaiado, é tudo uma farsa, roubaram a minha alegria. A primavera, o vento, esperei tanto por essa margarida, e veja só. Atrofiada. Aleijada. As pedras frias do chão da cozinha , rolar nua neste chão, qualquer dia faço uma loucura, faz nada, você está nessa marcação faz mais de dez anos. Mais de dez anos. A gente se entrega nas menores coisas. " (Caio Fernando)
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
A vez do Morcego...
O Morcego
Dotado de tato e audição aguçados, o morcego simboliza a expansão da consciência, anunciando que você deve entrar em fase de profunda mudança. Talvez surjam desafios e restrições passageiros, que vão mostrar a necessidade de abandonar velhos hábitos e crenças que não têm mais nada a ver com seu momento de vida. Livre dessas amarras, você olhará de outra maneira vários aspectos da vida. Encare esse renascimento como um vôo de liberdade.
Dotado de tato e audição aguçados, o morcego simboliza a expansão da
consciência, anunciando que você deve entrar em fase de profunda mudança. Talvez surjam desafios e restrições passageiros, que vão mostrar a necessidade de abandonar velhos hábitos e crenças que não têm mais nada a ver com seu momento de vida. Livre dessas amarras, você olhará de outra maneira vários aspectos da vida. Encare esse renascimento como um vôo de liberdade.
Assinar:
Postagens (Atom)









